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Carmo fica na posição 544º no Atlas da Educação em Minas Gerais

O Portal traz o levantamento feito entre 11 cidades da região que figuram no Atlas sobre gestão da Educação, que foram divulgadas em relação ao ano de 2017.

Algumas cidades não receberam uma boa avaliação em um estudo recente realizado pelo Instituto de Inteligência em Gestão (I3GS) com apoio institucional da Universidade de Brasília (UnB).

Confira as colocações:

(Fonte: i3gs)

Entre os 763 municípios do Estado avaliados, Carmo do Rio Claro está na posição 544 no ranking de eficiência. O que não é considerado bom.

O Atlas da Eficiência compara a gestão pública entre municípios de um mesmo Estado, traduzindo-a em números e permitindo verificar quais são mais ou menos eficientes em diferentes setores. No caso da Educação, levando em conta os insumos empregados no ensino fundamental, são observados critérios como valor investido por aluno, nível de esforço docente, número de servidores disponíveis, retenção escolar, aprovação e proficiência.

Entenda o índice de eficiência

O índice de eficiência (iEfi) é dividido em quatro patamares: Ineficiência Extrema (0 a 0,599); Ineficiência Crítica (0,600 a 0,799); Ineficiência Moderada (0,800 a 0,999) e Eficiência (1).  O cálculo classificatório é feito a partir da comparação entre unidades produtivas, sendo a principal metodologia utilizada nomeada de Análise Envoltória de Dados (DEA). A partir desse método, é possível estimar índices de eficiência de unidades produtivas, utilizando múltiplos insumos e produtos.

De acordo com o levantamento, o desempenho educacional é considerado como ineficiência crítica em Carmo com nota média de 6,8 no Ideb. Contudo tem taxa 0 de desistência escolar em um universo de 940 alunos matriculados no ensino fundamental, os quais são atendidos por um total de 47 professores e 91 servidores segundo dados do censo escolar do Inep 2017.

Investimento x Resultados Alcançados

O problema, no entanto, é outro. A gestão de educação em Carmo produz somente 58,3% do que deveria produzir. Levando em conta os valores gastos e insumos disponíveis. O estudo aponta ineficiência em gestão educacional. Na forma de um comparativo feito entre os investimentos realizados e os resultados alcançados. Sendo assim, a análise mostra que o município poderia obter os mesmos ganhos. Diminuindo os insumos ou melhorar os índices aumentando a produção. A conclusão, em linhas gerais, é que se poderia fazer muito mais com o mesmo.

Dessa forma, o índice de proficiência, mensurado pela nota do Ideb 2017, poderia subir dos atuais 6,1 para 10. Portanto Realizando um ajuste de aproximadamente 47,3%.

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