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Centro de distribuição do Grupo Boticário deve ser instalado em Varginha

Nesta quarta-feira (13), foi anunciado pelo Grupo Boticário o lançamento de um novo centro de distribuição, agora em Varginha (MG). A previsão é que tudo esteja pronto já neste semestre. O armazém será instalado no Porto Seco do Sul de Minas e prevê empregar cerca de 250 pessoas. A princípio o local vai centralizar operações de distribuição de maquiagens e cremes.

Somente em 2018, o faturamento do grupo formado pelas marcas “O Boticário”, “Eudora”, “Quem disse, Berenice?”, “The Beauty Box”, “Vult” e “Multi B” foi de R$ 13,2 bilhões. O crescimento foi de 7% em comparação com 2017. Para este ano, a previsão é de manter a mesma porcentagem.

“A consistência do nosso modelo de negócios permite que a empresa cresça mesmo com imprevistos como os de 2018”, explica Artur Grynbaum, presidente da fabricante, citando a crise financeira do país e a greve dos caminhoneiros.

Ainda segundo ele, a companhia deve realizar investimentos iguais aos do último ano, na casa dos R$ 300 milhões. Deste total, o novo centro de distribuição receberá R$ 100 milhões, juntamente com as expansões das fábricas de Camaçari (BA) e São José dos Pinhais (PR). Isso acontece devido principalmente ao aumento da demanda por produtos da marca Eudora, segunda maior do grupo, que sozinha faturou R$ 1 bilhão em 2018.

O restante dos investimentos devem ser destinados às lojas próprias (R$ 50 milhões) e desenvolvimento de novas marcas (R$ 100 milhões).

Atualmente, o grupo possui quatro mil lojas no país. Para este ano, contudo, a previsão é que sejam abertas mais 50. Em março de 2018, após adquirir a Vult, o Boticário expandiu sua atuação para 35 mil pontos de vendas. Com isso, chegou também a farmácias e lojas de conveniências.

Foto: Divulgação

Sustentabilidade

A companhia também pretende manter os investimentos em sustentabilidade e inovação. “77% dos produtos desenvolvidos pelo grupo tiveram algum tipo de sustentabilidade envolvido no processo. Nossa meta é que 100% da produção seja sustentável até 2022”, prevê Grynbaum.

Com atuação em 15 países, a companhia não tem previsão de desbravar novos territórios este ano, embora a China esteja nos planos de vendas via comércio eletrônico.

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