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Estado cria sistema para bloquear celular roubado ou furtado

Tecnologia está à disposição do cidadão na página da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp). Ideia é inutilizar o smartphone antes que o ladrão e o receptador possam usá-lo.

Com apenas três cliques, uma pessoa que teve seu telefone celular roubado ou furtado agora consegue bloquear o aparelho no site da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) de Minas Gerais. A interrupção do funcionamento dos equipamentos pode ser feito por meio do novo sistema instalado e interligado on-line à Central de Bloqueio de Celulares (Cbloc) do estado (clique aqui para acessar), que poderá ser acionada por qualquer cidadão pela página da secretaria na internet, caso o registro da ocorrência tiver sido feito em até 48 horas. Essa possibilidade, segundo a pasta, aumenta as chances de que o smartphone seja inutilizado antes que possa ser usado pelo ladrão ou pelo receptador. Passado esse período, qualquer cidadão pode requerer o bloqueio em uma unidade das polícias Militar ou Civil.

Antes, seria necessário que o dono do aparelho tivesse a numeração da Identificação Internacional de Equipamento Móvel (Imei, na sigla em inglês), algo que nem sempre as pessoas anotam ou preservam nas caixas de aparelhos. O procedimento teria ainda de passar pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), ou pela sua operadora, via telefone. Ontem, durante o lançamento oficial do serviço, o governador Fernando Pimentel chegou a declarar que essa é uma medida importante, apesar de se tratar de um crime de menor potencial ofensivo. “É um crime que incomoda demais a população, apesar de os números mostrarem que está recuando. Portanto, é uma iniciativa que traz um certo alívio”, disse o governador.

Com o bloqueio do aparelho, a Sesp informa que além da garantia de que o infrator não vai usar o aparelho, o crime se torna menos atrativo e o mercado clandestino desse tipo de equipamento fica menos rentável e procurado. A pasta destaca ainda que, de posse do aparelho, acabavam ficando expostas informações pessoais sensíveis, como mensagens de texto e até questões que envolvem segurança, como trajetos percorridos diariamente pelo dono, por meio dos aplicativos que acessam o GPS.

Via EM
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