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Homem é suspeito de atirar contra ex-mulher e filho em Varginha

Os envolvidos estão internados em estado grave.

(Foto: Reprodução / Redes Sociais)

Mais um caso de violência contra a mulher. Natanael Carvalho, de 40 anos, atirou contra sua ex-companheira, Maria Rita Barbosa, de 27, e seu filho de 4, na noite deste domingo (2). Depois ele ainda tentou se suicidar com um tiro na cabeça.

O caso de violência aconteceu em Varginha, onde o casal morava há seis anos e havia se separado há cerca de seis meses. A mulher e o homem estão internados em estado grave na Fundação Hospitalar do município de Varginha – Hospital Bom Pastor. Além disso, o estado de saúde da criança também é grave, o que forçou a transferência para uma unidade médica em Alfenas.

Apesar de o caso ter acontecido nesse domingo, a Polícia Militar só foi acionada na manhã desta segunda-feira, quando colegas de trabalho de Maria Rita sentiram falta da mulher, conhecida por ser pontual no serviço. Portanto, a ocorrência foi registrada no Bairro Pinheiros.

Por volta das 10h40, amigos da mulher chegaram à casa onde ela morava e tocaram interfone. Sendo assim, como ela não atendia aos chamados, nem mesmo por telefone, os colegas acionaram a polícia.

A corporação chegou ao local cerca de uma hora depois e precisou arrombar o portão do imóvel. Ao entrar na casa, militares se depararam com os três corpos baleados no chão, porém ainda com vida. Com isso, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) se deslocou ao lugar para prestar socorro aos envolvidos.

(Foto: Reprodução)

Constatações da polícia

Segundo a polícia, Natanael usou uma pistola calibre .32 para efetuar os disparos. Câmaras de segurança mostram os momentos que antecederam ao crime. Por volta das 13h20 de domingo, o homem deixou a casa da ex-companheira. Seu carro estava parado em frente à garagem da casa. Um minuto depois, o suspeito dá a volta no quarteirão, estaciona o veículo novamente e retorna à residência.

(Foto: Reprodução)

Um vizinho de Maria Rita, que alugou o imóvel para ela, afirmou que ouviu barulhos que seriam os dos tiros. “Na hora, eu ouvi o barulho, mas não atinei. Achei que era foguete, futebol. Agora que a ficha caiu. A gente poderia ter ajudado, prestado socorro e chamado a polícia”, contou.

Dessa forma, Maria Rita morava com a criança na residência do Bairro Pinheiros há cerca de uma semana, conforme o relato de familiares.

 

 

 

 

 

 

 

Via EM

 

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