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Semana da Criança terá ações especiais na pediatria da Santa Casa

Atividades tem o intuito de trazer alegria para as crianças, ajudando no tratamento

 

Nesta semana da criança, os pacientes da pediatria da Santa Casa de Poços terão atividades para lá de especiais. A turma da Comissão de Humanização, formada por profissionais de várias áreas do hospital, preparou algumas surpresas para que os pequenos tenham momentos de alegria, mesmo estando internados.

Na quarta-feira (10), às 10h, vai haver contação de história com o “Sô Zé”, personagem do ator Fagner Andrades, e  arco de bexiga, doados pela Stefany Garcia Ballons. Na quinta (11), às 15h, em uma parceria com o Bazar Porão, os funcionários do hospital irão se fantasiar de personagens famosos, super-heróis e princesas de Disney, e  vão entregar saquinhos surpresa para as crianças, com brinquedos doados pela Dra. Giovana. Também haverá painéis, ofertados pela Pixel, no formato da Mônica e do Cebolinha, onde as crianças poderão colocar o rosto para tirar foto.

Já no dia 12, Dia das Crianças, às 14h, a turma da enfermagem da pediatria, em nome do hospital, vai oferecer um bolo para os pacientes. O evento terá a participação dos alunos do curso de Medicina da PUC de Poços, que farão as vezes de doutores da alegria.

A presidente da comissão de humanização da Santa Casa de Poços, Andreia Almeida Silva, destaca que ideia é trazer mais harmonia, mais aconchego e mais alegria para as crianças que estão dentro do ambiente hospitalar. “Nós da Comissão de Humanização da Santa Casa estamos sempre buscando trazer atividades que tragam um pouco de conforto aos pacientes e na semana da criança não podia ser diferente. Com muito carinho, criamos uma série de atividades para que os pacientes da pediatria tenham um pouco de alegria nesse momento delicado”, destaca Andreia.

A Dra. Daniela Guimarães Rocha Ferreira, médica da pediatria do hospital, explica que o objetivo é que esse tipo de atividade com as crianças, como a leitura e as brincadeiras, sejam uma constante durante a internação.

“Sabemos que estamos tirando as crianças da rotina delas, da vida familiar, da segurança da casa. Elas estão adoentadas, são picadas para pegar acesso, fazer exames. Então, quanto mais próximo a gente consiga deixar a criança da realidade infantil, tornando o hospital um ambiente de brincar, vai ser muito melhor para elas. Dessa forma, a recuperação é muito mais rápida. A aceitação dos procedimentos e a relação com a equipe mudam só de haver a atividade, seja no quarto, seja no ambiente da brinquedoteca”, revela Dra. Daniela.

Via portaldacidade
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