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Vírus da gripe mata uma pessoa em Minas Gerais

Dados da Secretaria de Estado de Saúde (SES/MG), divulgados nesta segunda-feira, mostram que duas pessoas perderam a vida em 2018 depois de contraírem o Influenza, sendo um pelo subtipo H3N2 e outro por Influenza A.

 

O vírus H3N2, o mesmo que provocou a pior temporada de gripe nos Estados Unidos desde 2009, fez a primeira vítima em Minas Gerais. Dados da Secretaria de Estado de Saúde (SES/MG), divulgados nesta segunda-feira, mostram que duas pessoas perderam a vida em 2018 depois de contraírem o Influenza, sendo um pelo subtipo H3N2 e outro por Influenza A. Uma das formas mais eficazes de prevenir a doença é a vacinação. Doses estão disponíveis gratuitamente nas unidades do Sistema  Único de Saúde (SUS) para o público-alvo.

A Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) provocadas pelo Influenza vem aumentando a cada semana. Até esta segunda-feira, foram registrados 53 casos, um aumento de 152% no número de registros do último balanço divulgado pela SES/MG em 24 de abril. Do total, 33 pacientes foram infectados pelo vírus H3N2, cinco por Influenza A (H1N1), 12 por Influenza A não subtipado, e três por Influenza B.

Em Minas Gerais, 26 cidades apresentaram casos confirmados de Influenza neste ano. Belo Horizonte, e Mariana, na Região Central, são os municípios com mais infectados. Na capital mineira, 14 pacientes contraíram o H3N2, um H1N1, e dois foram infectados por Influenza A não subtipado. Mariana teve três casos de H3N2, e um de H1N1.

A Influenza é uma doença respiratória que pode levar a morte. Ela é grave, principalmente, quando atinge crianças até cinco anos, gestantes, adultos acima de 60 anos, e portadores de doenças crônicas e que apresentam outras condições clínicas especiais. A infecção pela doença pode causar sintomas que se confundem com outras infecções virais e bacterianas. Ela se manifesta, normalmente, como uma Síndrome Gripal. O paciente pode ter sintomas como, febre, dor de cabeça e musculares, tosse, dor de garganta, e fadiga. Se for associado com dificuldade respiratória, o quadro passa para SRAG. Neste caso, a notificação é compulsória.

 

Via EM
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