A maioria dos cursos de medicina oferecidos no Sul de Minas teve desempenho satisfatório no primeiro Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). Os dados foram divulgados no balanço de resultados do exame, em Brasília, nesta segunda-feira (19).
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No Sul de Minas, oito cursos foram avaliados. Nenhum recebeu nota máxima (5), mas a maioria teve boas notas. Duas universidades federais e uma particular tiveram conceito 4; três particulares e uma estadual receberam nota 3. Uma faculdade particular ficou com nota 2 e deverá sofrer punições do Ministério da Educação (MEC).
O Enamed é uma prova anual para medir o desempenho dos estudantes e a qualidade do ensino e teve o primeira exame realizado em 2025. Ao todo, 351 cursos foram avaliados em todo Brasil, com 30% ficando na faixa considerada insatisfatória.
De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), participaram da avaliação cerca de 89 mil alunos entre aqueles que estão concluindo a faculdade e em outros semestres.
Veja a avaliação dos cursos de medicina da região:
Tiveram nota 4:
Universidade Federal de Lavras (UFLA)
Universidade Federal de Alfenas (Unifal)
Universidade do Vale do Sapucaí (Univás) – Pouso Alegre
Tiveram nota 3:
Afya Faculdade de Medicina de Itajubá
PUC Minas – Poços de Caldas
Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) – Passos
Universidade Professor Edson Antônio Velano (Unifenas)
Tiveram nota 2:
Faculdade Atenas Passos
De uma forma geral em todo país, os melhores resultados, nas faixas 4 e 5, ficaram concentrados no setor público federal e estadual e as piores avaliações, nas faixas 1 e 2, consideradas insatisfatórias, aparecem principalmente em cursos de instituições públicas municipais e instituições privadas com fins lucrativos.
As instituições com conceito instisfatório estarão sujeitas a penalidades. Cursos com nota 2 terão redução de vagas para ingresso. Aqueles com nota 1 terão suspensão total do ingresso de novos estudantes.
“É uma maneira da instituição se aperfeiçoar. É um instrumento para que a gente possa fazer as instituições corrigirem e ter um ensino de qualidade. É uma forma de monitoramento com o único objetivo de melhorar o ensino”, disse o ministro da Educação, Camilo Santana.
Fonte: G1









