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Atenção pais, dados chamam a atenção para casos de obesidade infantil

Criança obesa sem dúvida um futuro obeso, correto?

Estudos apontam categoricamente que crianças acima do peso possuem 75% mais chance de serem adolescentes obesos e adolescentes obesos têm 89% de chance de serem adultos obesos. Pesquisas do Ministério da Saúde indicam que 12,9% das crianças brasileiras de 5 a 9 anos são obesas e 18,9% dos adultos estão acima do peso. Por isso, além de centrar ações nos primeiros dias de vida, como o incentivo ao aleitamento materno, o ministro destacou que as políticas de estímulo ao hábito saudável devem aliar ações de alimentação e atividade física.

A Obesidade já é considerada um problema crônico mais prevalente entre as crianças do planeta. É calculado pela OMS que (absurdamente) 41 milhões de crianças com menos de 5 anos estejam acima do peso, tanto nos países desenvolvidos como aqueles em desenvolvimento.

Nas nações mais pobres e desiguais, a obesidade chega simultaneamente com a desnutrição. Absurdamente, crianças com histórico de baixo peso ao nascer, baixa estatura e ganho de peso aquém do esperado correm maior risco de se tornar obesas e diabéticas no futuro. É uma espécie de economia corporal para viver na adversidade constante diante da situação existente, e criam uma espécie de resistência.

Médicos e outros profissionais estão comandando estratégias para detectar crianças acima do peso ou sob maior risco de engordar. Para que haja eficiência nos resultados utilizam, cálculo como por exemplo: Índice de Massa Corporal (IMC).

Infelizmente esperar o problema surgir para poder combater é um vício do ser humano, pois o custo do tratamento é absurdamente maior que o da prevenção. A potencialização da obesidade infantil é muitas vezes culpa dos pais que com essa moda de “não tenho tempo” esquecem da própria saúde e muitas vezes dos filhos, como consequência dessa falta de ação (preguiça muitas vezes) dos PAIS cada vez mais será comum nos depararmos com crianças obesas, com enormes chances de se tornarem, diabéticas, hipertensas, portadores de doenças osteoarticulares, etc, isso já na própria infância. Essa é a triste realidade mundial, simplesmente por falta de ação e porque não dizer de educação.

Pais, CUIDEM dos seus filhos, incentivem uma vida saudável, se você não tem a sua, não repasse esse veneno para eles (as).

Professores
Geraldo Filho & Flávia Gouvêa

Foto Divulgação
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