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Cobertura vacinal cai em 8 cidades da região

A taxa de cobertura vacinal da pentavalente caiu 36% nos 22 municípios da região. De acordo com o Índice Mineiro de Responsabilidade Social (IMRS), entre os anos de 2013 e 2017, a proporção de crianças menores de um ano vacinadas com a terceira dose do imunológico responsável por proteger contra difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções passou de 99,38% para 83,10%.

Pratápolis foi a cidade com maior registro de queda da cobertura vacinal. Desse modo, em dez anos, a localidade que possuía 100% dos menores imunizados com a terceira dose da pentavalente, regrediu 46,43% desse percentual. Passando a ter somente 53,57% dos pequenos imunizados.

Passos foi o segundo município com o resultado mais assustador. O território, que alcançava 95,09% da população indicada. Passou a abranger somente 55,63% dos bebês. A queda para a localidade foi de 41,49%.

Com queda de 25,70%, Alpinópolis teve a terceira menor cobertura vacinal da região. Se antes atingia 100% do público-alvo, entre 2013 e 2017, passou a alcançar somente 74,30% das crianças com menos de 12 meses de vida.

Os municípios de Carmo do Rio Claro, Cássia e São José da Barra estão entre os com resultados mais semelhantes. Nesses casos, as reduções foram de 9,54%, 8,79% e 8,56%, respectivamente.

Enquanto isso, Bom Jesus da Penha e São Tomás de Aquino foram as cidades com menores diminuições, sendo de 6,67% e 2,04%, na devida ordem.

Via Folha da Manhã

Aumento

Além dos locais que registraram queda na taxa de vacinação, e os que não sofreram alteração nos registros, São Roque de Minas e São Sebastião do Paraíso foram os únicos com aumento dos resultados.

Na extensão paraisense, o aumento foi de 0,94%, portanto, passou de 90,37% da cobertura vacinal para 91,22%. Já São Roque de Minas, com a maior elevação, passou de 90,54% para 98,18%, o que representou alta de 8,43% das crianças imunizadas.

Pentavalente

No primeiro ano de vida, crianças devem receber vacinas que previnem contra doenças como sarampo, rubéola, difteria, coqueluche, hepatite B, pneumonias, meningite, rotavírus e poliomielite.

Nesses casos, a maioria dos imunológicos são injetáveis e, por esse motivo, com o intuito de diminuir o número de injeções em um mesmo momento, foram desenvolvidas as vacinas combinadas, tal como a vacina pentavalente.

A pentavalente é composta por toxoides de difteria e tétano, suspensão celular inativada de Bordetella pertussis, antígeno de superfície de hepatite B (HBs-Ag), e oligossacarídeos conjugados de Haemophilus influenza do tipo b.

 

 

Via Folhadamanha
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