Cogo: preços do milho devem seguir elevados até 2021

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A ameaça de quebra na safra de verão e as cotações futuras em alta na Bolsa de Chicago favorecem a valorização do cereal

A tendência é de alta para os preços do milho no mercado brasileiro, com oferta restrita por parte dos vendedores, elevação das cotações futuras na Bolsa de Chicago, aumento dos volumes mensais exportados pelo Brasil neste segundo semestre e alta do dólar que eleva a paridade de exportação nos portos brasileiros.

Segundo análise da Cogo – Inteligência em Agronegócio, as cotações do cereal devem seguir sustentadas também em 2021, com a ameaça de quebras na safra de verão, diante da confirmação da efetiva instalação do fenômeno “La Niña” que se estenderá até o outono do próximo ano e com as cotações futuras em alta na Bolsa de Chicago, com o contrato maio/2021 acumulando alta de 17,6% desde o início de agosto.

No atacado, em São Paulo, o preço do milho acumula uma alta de 13,4% em 30 dias, de 41,4% de janeiro a outubro de 2020 e de 66,8% nos últimos 12 meses.

 

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