Coronavírus: artesãos de Minas lucram com a produção de máscaras

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Enquanto previnem a propagação do novo coronavírus, as máscaras sanitárias têm se mostrado eficazes na contenção de uma outra epidemia, que ameaça milhares de artesãos e costureiros de Minas: a ruína.

Em Belo Horizonte, as feiras livres, especialmente a da Afonso Pena, que são o principal meio de escoamento dos produtos artesanais, estão fechadas por força de decreto municipal no esforço contra a COVID-19, com forte impacto no segmento.

A janela para a sobrevivência parece ter se aberto, quando o Ministério da Saúde passou a incentivar a produção de máscaras caseiras, desde que a confecção obedeça a especificações simples, explicitadas no site do órgão, e a recomendar seu uso a todos que tiverem que sair de casa.

Cheios de criatividade, profissionais do artesanato vêm investindo com força na fabricação do artefato que, ao lado dos respiradores artificiais e (quem diria?) do papel higiênico, tornou-se uma espécie de “objeto de desejo”. Tal aposta, garantem os artistas, tem valido a pena. Alguns projetam que o lucro proveniente da venda de máscaras deve superar o da comercialização das outras mercadorias fora do período de crise.

 

 

 

Fonte: Estado de Minas

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