Empresários são presos por fraudes referentes a contratos, equipamentos de saúde e testes de Covid-19

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A Polícia Civil em conjunto com o Ministério Público, Gaeco e Receita Estadual, deflagrou nesta quinta-feira (23), a Operação Circuit Breaker contra três empresários de Varginha. De acordo com do Ministério Público, eles são suspeitos de fraudes na execução de contratos para a compra de máscaras, luvas médicas e testes de Covid-19; inconsistências em endereços cadastrais de empresas também foram relatados.

Vendas irregulares para prefeituras e irregularidades cadastrais de empresas
As vendas irregulares dos materiais de saúdes essenciais para prevenção do novo coronavírus teriam sido feitas às prefeituras de Lavras, Brás Pires e Leopoldina. Além de cidades de outros cinco Estados. Cujo as administrações foram ludibriadas pelo grupo.

A investigação descobriu ainda, inconsistências nos endereços cadastrais das empresas em Varginha. Além de longas conversas telefônicas dos envolvidos, entre si, deixando clara à prática dos crimes. O inquérito com trinta páginas tem transcrições das conversas telefônicas dos envolvidos.

Prisão, arresto de bens e lucro
A operação cumpriu três mandados prisão preventiva e quatro de busca e apreensão. O MP requereu ainda, o arresto de imóveis, dinheiro, veículos, jóias, jet skis, lancha e cotas de sociedades empresariais para garantia do pagamento de multa criminal e dano moral coletivo no total de R$ 15.675.000,00 (R$ 5.225.000,00 para cada denunciado).

O lucro dos empresários girou em torno de R$ 300 mil, entretanto, a atividade poderia chegar a oito milhões de reais.

 

Fonte: Correio do Sul

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