Gestores municipais avaliam reajuste de 12,84% de professores

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Com a notícia de que houve o aumento do piso salarial de profissionais da educação em 12,84%, a preocupação pairou sobre os gestores municipais da região do Sul de Minas. Com essa alteração surge uma despesa pessoal adicional não esperada. Sendo assim, os gestores municipais de diversas localidades devem se reunir durante essa semana junto as suas respectivas equipes para avaliar os impactos na Educação e nas finanças de cada localidade.

O ajuste, acima da inflação de 2019 (4,31%), corresponde às projeções da Confederação Nacional de Municípios (CNM) que já havia previsto o valor mínimo do magistério passaria de R$ 2.557,74 para R$ 2.886,24. Há expectativa entre gestores municipais que uma nova lei sobre o Fundeb seja criada este ano. A lei atual só prevê a manutenção do fundo até este ano. O Ministério da Educação (MEC) prepara proposta com novas regras.

Alguns gestores municipais como das cidades de Alpinópolis e Piumhi embora acreditem que essa reorganização afetará as finanças municipais, possuem reuniões marcadas a respeito desse sistema e ainda não pronunciaram de forma concreta.

Por outro lado, essa alteração não deve ser revelante em Passos. Em virtude do número total de trabalhadores na área da educação do município, a folha de pagamento gira em torno de R$2,7 milhões e a remuneração mensal já é acima do esperado.

 

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