Homem que matou mulher após pegar carona é condenado pela justiça

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Reprodução/TV TEM

J. P. P. foi condenado a 42 anos, 11 meses e sete dias de reclusão em regime fechado e a mais dois anos, 11 meses e sete dias em regime semiaberto pela Vara Criminal da Comarca de Frutal

Sobretudo o réu foi condenado pela morte da uma mulher com quem combinou carona por um aplicativo.

Dessa forma o crime aconteceu em 1º de novembro de 2017, na rodovia MG-255, na zona rural de Frutal. No dia seguinte ao crime, na estrada rural que liga o município de Mirassol (SP) ao distrito de Mirassolândia (SP), na região de Barra Grande, zona rural de São José do Rio Preto (SP), J. P. P. ocultou o corpo.

Segundo o juiz Gustavo Moreira entendeu que a participação de J. P. P. na reconstituição do crime, seguida da confissão, não deixa dúvidas quanto à autoria dos delitos denunciados no inquérito policial.

Portanto de acordo com o magistrado, detalhes como a abordagem, a imobilização da vítima, o deslocamento da mesma para local ermo e o descarte do corpo no rio foram admitidos pelo acusado.

Reconstituição

Todavia o laudo de reconstituição do crime de latrocínio mostra que J. P. P. se valeu do aplicativo Whatsapp para conseguir carona de São José do Rio Preto (SP) até imediações de Frutal. Após certo tempo, inclusive o réu pediu que a vítima parasse o carro.

Entretanto nesse momento, ele teria atacado a mulher, que desmaiou. Segundo o Ministério Público, a vítima foi brutalmente agredida e enforcada.

Além disso outros acusados, W. L. C. e D. T. S., cientes de que era uma conduta ilícita, adquiriram objetos da vítima, entre eles, celular e rodas e pneus do veículo.

Por fim W. L. C. foi condenado a dois anos e seis meses de reclusão e a outros dois anos e oito meses de detenção. D. T. S. foi condenado a três anos, quatro meses e oito dias de reclusão.

Kelly foi morta após combinar carona através de WhatsApp — Foto: Reprodução/TV TEM

 

 

 

Via Folha da Manhã
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