Números de notificações de casos de HIV e sífilis caem na região em 2019

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Em Passos e região, o número de casos notificados de sífilis e Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (HIV) no ano de 2019, foi decrescente comparado ao mesmo período de avaliação ao ano de 2018. De acordo com os dados obtidos pelo Ambulatório Escola (Ambes) da Universidade do Estado de Minas Gerais (Uemg), Unidade Passos, por meio do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), foram diagnosticados ao todo, 44 casos de HIV e outros 88 de sífilis. Em 2018, os dados mostravam 47 casos de HIV e mais de 142 de sífilis.

Entre esses dados, o único aumento registrado foi no número de hepatites virais, que saltou de 39 casos em 2018 para 53 em 2019.

O Ambes é referência no diagnósticos de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) e atende a 18 municípios da região realizando todo o tipo de acompanhamento e atendimento do usuário em relação ao seu diagnóstico. O atendimento acontece de segunda a sexta-feira, das 7h30 ás 10h30, e das 13h ás 16h. Os atendimentos para a realização de um teste rápido/consulta acontecem por ordem de chegada e têm seus resultados entregues em até 20 minutos. Mais informações podem ser obtidas através do telefone: (35) 3529-8030.

Em casos mais específicos, as alternativas para profilaxia pré-exposição (PrEP) ao HIV, e de profilaxia pós-exposição (PEP) ao HIV, o atendimento é diferente.

Os atendimentos para pacientes que utilizam da medicação PrEP, são agendados previamente com o enfermeiro responsável pelo setor ou pela assistente social do serviço, e em seguida encaminhados para a consulta e avaliação médica, para posteriormente dá-se início ao tratamento.

Já no outro caso, PEP, os atendimentos no Ambes são realizados de segunda a sexta-feira, até as 16h. A pessoa que necessita desse atendimento é tratada como prioridade, realizado inicialmente os testes rápidos, consultas guiadas por um enfermeiro, em seguida, consulta médica e posterior a isso dispensação da medicação. Vale ressaltar que, é tratado de forma emergencial, uma vez que, após a exposição de risco, a medicação deve ser consumida em até 72 horas do ocorrido.

Fonte: Folha da Manhã

 

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