Operador Nacional do Sistema Elétrico deve analisar nova cota mínima para o Lago de Furnas

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A audiência pública discutiu o nível da Represa de Furnas nesta quinta-feira, 5. Um grupo nas redes sociais que já tem cerca de 200 mil adeptos mobilizou autoridades para discutir sobre o nível do lago, que está abaixo da cota 762, vista como ideal para moradores e comerciantes.

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) deverá avaliar estabelecer uma cota mínima para o Lago de Furnas de 755 metros. A proposta é uma alternativa à demanda de moradores e comerciantes do Sul e Sudoeste de Minas que querem uma cota mínima de 762 metros no lago, sendo que o nível atual está em 760 metros.

A audiência reuniu representantes de Furnas Centrais Elétricas, Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), Agência Nacional de Águas (ANA), ONS, Ministério Público e prefeitos.

Furnas Centrais Elétricas informou que os custos de operação nessa quantidade seriam multo altos, chegando a R$ 718 milhões e que a cota mínima regulada por um acordo com a Agência Nacional de Águas (ANA) é de 750 metros acima do nível do mar.

Por fim, para Furnas, o nível atual está baixo por conta do abastecimento de outras oito hidrelétricas que ficam à jusante, abaixo do nível da Hidrelétrica de Furnas e pela contribuição para a navegação da Hidrovia Tietê-Paraná.
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