PM admite ter jogado bombas contra famílias do MST em Campo do Meio; manifestantes são presos

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O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) acusa a Polícia Militar de agir de forma truculenta utilizando bombas de gás contra as famílias e de não permitir a entrada de atendimento médico na área da Usina Ariadnópolis, em Campo do Meio (MG), onde pessoas resistem ao despejo. A A corporação negou ação truculenta, mas admitiu utilização de bombas e disse seguir protocolo.

De acordo com a assessoria do MST, bombas de efeito moral foram utilizadas pela polícia e algumas pessoas ficaram feridas durante a ação dos militares. Segundo o MST, uma das pessoas precisou de massagem cardíaca, mas a entrada de ambulâncias para atendimento médico estaria sendo proibida pela PM. O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra também faz estas acusações contra a polícia pelas redes sociais oficiais.

A Polícia Militar disse ao G1 que o atendimento médico não foi impedido e que uma equipe de saúde dos militares está com profissionais da cidade no local para atender tanto militares quanto manifestantes. A PM refutou ter agido de forma truculenta e diz que negociou até o último minuto, mas não houve acordo.

De acordo com a polícia, com as negativas, o protocolo foi iniciado e houve utilização de bombas. No entanto, a PM afirmou que o material foi utilizado dentro do previsto para dar cumprimento à ordem judicial em que apoia oficiais de justiça para que seja cumprida.

A assessoria de imprensa do Batalhão da Polícia Militar de Alfenas afirma que quatro manifestantes que estavam no acampamento foram presos, mas, até esta publica não informou a qualificação das prisões.

Fonte: G1

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