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Por falta de espaço, cemitério cria solução de túmulos na vertical

O Cemitério Municipal de São Sebastião do Paraíso necessita de mais espaço, pois, está perto de atingir sua capacidade máxima. Sendo assim, a solução encontrada para esse problema é a construção de 600 lóculos verticais temporários e três mil ossuários individuais perpétuos que prolongaram a utilização do local por mais 30 anos.

De acordo com o responsável pelo local, Jeferson Braghini, as obras tiveram início em 22 de julho e a previsão de entrega do cemitério vertical é no fim de 2020.

Optamos por criar o cemitério vertical, é o modelo de cemitério mais moderno e ecologicamente correto. Dentro de cada um dos 600 lóculos temporários, haverá um sistema de filtro de baixa pressão, onde há entrada de gás oxigênio e saída do gás que o corpo produz. Nesse sistema, o corpo não gera líquido e não contamina o solo, porque o ar está circulando o tempo todo. Já o gás que é liberado pelo corpo passa pelo filtro e recebe, basicamente, uma névoa de soda cáustica fazendo com que o gás oxigênio saia mais limpo do que entrou”, esclareceu Braghini.

Segundo o responsável, o cemitério foi fundado em 1899, tem 120 anos e possui aproximadamente 7.140 jazigos e, com o método de lóculos verticais e ossuários individuais, haverá mais espaço.

Os corpos permaneceram por três anos nos lóculos temporários e, depois desse prazo, serão encaminhados para um dos três mil ossuários individuais perpétuos que também serão construídos”, explicou.

O responsável pelo cemitério ainda destacou que nada muda para as famílias que já possuem túmulos. Os novos ossuários individuais perpétuos podem ser adquiridos por aquelas famílias que ainda não possuem jazigos comuns.

Folha da manhã

 

Via Folhadamanha
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