Um terreiro de Umbanda foi alvo de invasão e depredação na cidade de Areado, no Sul de Minas. O caso gerou revolta entre moradores e praticantes de religiões de matriz africana e foi encaminhado à Polícia Militar para apuração.
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A denúncia foi feita por Mãe Mari de Oxum, representante e dirigente espiritual da Casa de Caridade Águas de Oxum. Em um vídeo divulgado nas redes sociais, ela relata os danos causados ao espaço religioso e pede que o caso não passe despercebido pela sociedade.
As imagens foram compartilhadas em diferentes grupos e plataformas digitais, incluindo o grupo Carmelitanos, que reúne mais de 30 mil integrantes, com o objetivo de dar visibilidade ao ocorrido e alertar sobre episódios de intolerância religiosa registrados em diversas localidades.
Segundo Mãe Mari de Oxum, ataques a espaços religiosos não afetam apenas uma comunidade específica, mas representam uma ameaça à liberdade de crença e ao respeito entre diferentes manifestações de fé.
“Não vamos nos calar diante disso”, declarou a dirigente espiritual ao comentar o episódio.
A Constituição Federal garante a liberdade religiosa e a proteção aos locais de culto. A intolerância religiosa é considerada crime no Brasil e pode resultar em responsabilização criminal dos autores.









