O homem acusado de matar o sogro a tiros por não aceitar o fim do relacionamento com a filha da vítima será julgado pelo Tribunal do Júri na próxima quarta-feira (8), na Comarca de Carmo do Rio Claro, no Sul de Minas. O crime ocorreu em novembro de 2024 e teve grande repercussão na região.
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O réu, Ricardo Fernandes de Souza, de 42 anos, foi preso preventivamente cerca de um mês após o homicídio. Ele foi localizado por policiais civis escondido em um sítio na região conhecida como Rio Grande, na zona rural de Boa Esperança, após trabalho de investigação que levou ao seu paradeiro.
A vítima, o oficial de justiça Marcos Baret, foi baleada nas costas em sua chácara, localizada no distrito de Itaci, em Carmo do Rio Claro. Um vizinho ouviu os disparos seguidos de pedidos de socorro e, ao ir até o local, encontrou o oficial de justiça gravemente ferido.
Marcos Baret chegou a ser socorrido e encaminhado para a Santa Casa de Passos, mas morreu dois dias depois em decorrência dos ferimentos. O sepultamento ocorreu em Pouso Alegre, cidade onde ele trabalhou durante muitos anos e mantinha residência.
De acordo com as investigações, o crime teria sido motivado pelo fato de o acusado não aceitar o término do relacionamento com a filha da vítima. O casal tinha um filho, e familiares relataram que o comportamento do homem teria mudado após o nascimento da criança.
Segundo o advogado que atua como assistente de acusação, a filha de Marcos Baret era vítima de violência doméstica e havia deixado Carmo do Rio Claro para retornar a Pouso Alegre. Ainda conforme a acusação, foi nesse período que o investigado decidiu cometer o crime.
Após o homicídio, o acusado fugiu da cidade e permaneceu escondido até ser localizado e preso pela Polícia Civil. Agora, ele será submetido ao julgamento pelo Tribunal do Júri, que decidirá sobre sua responsabilidade pelo assassinato.
*com informações Terra do Mandu








