O preço do boi gordo começou 2026 em alta e já chama a atenção de produtores no Sul de Minas. Além disso, o movimento positivo no mercado anima pecuaristas da região, que acompanham de perto o comportamento dos preços no país.
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Mesmo com registros de queda em algumas praças brasileiras, o mercado mostrou força em São Paulo, principal referência nacional para a negociação do boi gordo. Dessa forma, o desempenho paulista acabou influenciando as expectativas em outras regiões produtoras, incluindo o Sul de Minas.
Na última quinta-feira, a arroba do boi gordo em São Paulo teve alta de 0,62% e atingiu, em média, R$ 321,70. A arroba é a medida tradicional utilizada no campo e corresponde a 15 quilos do animal. Com isso, o valor reforça o cenário de recuperação no início do ano.
Enquanto isso, no mercado futuro, onde os contratos são fechados com foco nos próximos meses, o cenário foi misto. O contrato para fevereiro de 2026 também registrou leve valorização e foi negociado a R$ 320,05 por arroba, avanço de 0,22% em relação ao pregão anterior.
Segundo analistas do setor, essa valorização ocorre principalmente pela redução da oferta de bois prontos para abate. Por outro lado, a demanda por carne bovina segue firme, tanto no mercado interno quanto nas exportações. Dessa forma, a combinação entre menor oferta e consumo aquecido pressiona os preços para cima.
Por fim, mesmo com oscilações pontuais, o mercado indica que o boi pode continuar mais caro neste começo de 2026. No Sul de Minas, a tendência é acompanhada com atenção por produtores, que avaliam o melhor momento para negociar e planejar os próximos meses da atividade pecuária.

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