O calor intenso registrado nos últimos dias exige atenção redobrada com a saúde, especialmente de crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas. Na última semana de dezembro, as altas temperaturas aumentam o risco de desidratação, insolação e agravamento de problemas cardiovasculares.
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De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), ondas de calor são caracterizadas por temperaturas muito acima da média por vários dias consecutivos, condição que favorece impactos diretos à saúde da população.
O Ministério da Saúde orienta que a principal forma de prevenção é manter o corpo hidratado. A recomendação é ingerir água ao longo do dia, mesmo sem sentir sede, e evitar bebidas alcoólicas ou com excesso de açúcar, que podem contribuir para a desidratação.
Outra medida importante é reduzir a exposição ao sol, principalmente entre 10h e 16h, período em que a radiação solar é mais intensa. Quando for necessário sair, o uso de protetor solar, chapéus, bonés, roupas leves e óculos escuros ajuda a minimizar os efeitos do calor sobre o organismo.
Ambientes fechados devem ser mantidos ventilados para favorecer a circulação do ar. O uso de ventiladores e climatizadores pode auxiliar, desde que combinado com a ingestão frequente de líquidos.
O Ministério da Saúde alerta ainda para sinais como tontura, dor de cabeça, fraqueza, náusea, confusão mental e pele muito quente ou seca. Diante desses sintomas, a orientação é procurar atendimento médico.
A prática de atividades físicas deve ser evitada nos horários mais quentes do dia, sendo mais indicada no início da manhã ou à noite. Uma alimentação leve, com frutas, legumes e verduras, também contribui para o equilíbrio do organismo durante períodos de calor intenso.
Enquanto as altas temperaturas persistirem, a recomendação é manter os cuidados básicos de prevenção, já que medidas simples podem reduzir os riscos à saúde causados pelo calor excessivo.









