Um momento de fé, emoção e significado especial para Carmo do Rio Claro, no Sul de Minas Gerais. O religioso carmelitano Irmão João Antônio Rocha, integrante da Congregação dos Missionários de São Carlos, conhecida como Scalabrinianos, participou, nesta sexta-feira (6), de uma celebração presidida pelo Papa Leão XIV, na Catedral Metropolitana de Montevidéu, no Uruguai.
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A solenidade reuniu bispos, sacerdotes, diáconos, religiosos, religiosas e seminaristas para a tradicional Oração das Vésperas, um dos momentos mais importantes da espiritualidade católica. A celebração fez parte da programação oficial da viagem apostólica do pontífice à América do Sul.
Para o Irmão João Antônio Rocha, a participação representa uma experiência marcante em sua trajetória religiosa, dedicada à evangelização, à solidariedade e ao serviço ao próximo. Natural de Carmo do Rio Claro, o missionário leva consigo suas raízes mineiras e a história de sua comunidade.
Durante a celebração, o Papa Leão XIV destacou a importância de manter Cristo no centro da vida e da vocação religiosa. Em sua homilia, o pontífice convidou os presentes a refletirem sobre a fidelidade à missão cristã e a necessidade de renovar diariamente o compromisso com a fé.
O religioso carmelitano integra a Congregação dos Scalabrinianos, fundada por São João Batista Scalabrini, que tem como uma de suas principais missões o acolhimento e a assistência a migrantes e refugiados. Presente em diversos países, a congregação desenvolve trabalhos pastorais, sociais e humanitários voltados à valorização da vida e à defesa da dignidade humana.
A celebração aconteceu no primeiro dia da visita do Papa ao Uruguai. A viagem apostólica, iniciada em 6 de novembro, também inclui passagens pela Argentina e pelo Peru, com programação prevista até o dia 17.
A Oração das Vésperas, realizada tradicionalmente no final da tarde, integra a Liturgia das Horas da Igreja Católica. Por meio de salmos, cânticos e orações, os fiéis agradecem pelo dia vivido e renovam sua confiança em Deus.
A participação do Irmão João Antônio Rocha nessa celebração representa também um motivo de alegria e orgulho para Carmo do Rio Claro. Mesmo distante de sua terra natal, o missionário mantém viva a ligação com suas origens, demonstrando que a fé e a vocação religiosa ultrapassam fronteiras.
Mais do que acompanhar um momento histórico da Igreja Católica, o religioso carmelitano vivenciou uma oportunidade especial de comunhão e fortalecimento espiritual, levando o nome de Carmo do Rio Claro a um encontro de grande significado para a comunidade católica internacional.













