A morte recente de um homem em Minas Gerais, após ter o carro invadido por um enxame de abelhas, trouxe novamente à tona um tema importante: os cuidados necessários diante desses insetos. Embora ataques sejam incomuns, eles podem se tornar perigosos rapidamente, especialmente quando a colmeia é perturbada.
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Especialistas reforçam que o comportamento humano faz toda a diferença nessas situações. Abelhas são defensivas por natureza e reagem quando percebem ameaça ao seu ninho. Por isso, manter a calma e evitar atitudes impulsivas é essencial para não agravar o cenário.
Ao identificar uma colmeia, a recomendação é simples: não se aproxime. Caso esteja próximo, afaste-se devagar, sem movimentos bruscos ou barulhos. Gestos agitados, gritos ou tentativas de espantar os insetos podem desencadear um ataque coletivo.
Se o ataque acontecer, é fundamental agir com rapidez e estratégia. O ideal é correr em linha reta, afastando-se o máximo possível do local. Abelhas podem perseguir por longas distâncias, então parar antes de encontrar abrigo seguro pode ser arriscado. Durante a fuga, proteja principalmente o rosto e o pescoço, áreas mais vulneráveis às picadas.
Diferente do que muitos imaginam, pular na água não é uma solução eficaz. As abelhas podem permanecer próximas aguardando a vítima emergir. Da mesma forma, esmagar os insetos deve ser evitado, pois isso libera substâncias que atraem ainda mais abelhas.
Após conseguir se proteger, é importante remover os ferrões da pele o quanto antes, raspando suavemente o local. Em casos leves, o uso de gelo pode ajudar a aliviar a dor e o inchaço. No entanto, múltiplas picadas ou sintomas como falta de ar, tontura ou inchaço na garganta exigem atendimento médico imediato.
Autoridades destacam que a prevenção ainda é a melhor forma de evitar acidentes. Ao notar a presença de enxames ou colmeias em áreas urbanas, o mais indicado é acionar o Corpo de Bombeiros e manter distância, garantindo a segurança de todos.
Fonte/Estado de Minas

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